<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Notes on dev:Coelho</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/</link><description>Recent content in Notes on dev:Coelho</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><managingEditor>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</managingEditor><webMaster>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</webMaster><copyright>Gabriel Coelho Soares</copyright><lastBuildDate>Mon, 18 Aug 2025 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://devcoelho.com.br/notes/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Programação Linear e Aplicações (PLA) - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mpl001-02/</link><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mpl001-02/</guid><description>Matrizes Uma versão mais simplificado do que temos em computação, na matemática as matrizes são estruturas de dados compostas exclusivamente por escalares (sidenote: Escalares são os números reais, ou o conjunto dos números reais. ) , organizadas em linhas e colunas, similar a uma tabela.
Apesar da semelhança, não possui &amp;ldquo;grades&amp;rdquo;, e são envoltas por parênteses ou colchetes.
$$ A = \begin{bmatrix} 5 &amp;amp; -8 \\ \sqrt{2} &amp;amp; 0 \end{bmatrix} $$</description></item><item><title>Programação Linear e Aplicações (PLA) - Aula 02 - Exercícios</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mpl001-02-exercicios/</link><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mpl001-02-exercicios/</guid><description>Exercícios Matriciais - Programação Linear Disciplina: Programação Linear e Aplicações Área: Matemática - Matrizes Data: 18/08/2025
📊 Matrizes Fornecidas code snippet start
A = [1 -3] B = [-7 3] C = [5 0 2] D = [2 6 -2] [3 8] [ 6 8] [-8 4 0] [0 5 9] [ 0 -1] [4 0 -1] code snippet end
🔢 Exercícios e Soluções 1. Dimensão das Matrizes Pergunta: Determine qual é a dimensão de cada matriz</description></item><item><title>Programação Linear e Aplicações (PLA) - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mpl001-01/</link><pubDate>Mon, 11 Aug 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mpl001-01/</guid><description>Ementa básica Matrizes e Determinantes Sistemas Lineares Cramer Escalonamento Otimização Linear Modelagem Região Factível Método Simplex Cada item principal corresponderá às matérias indicadas. A dica do professor é a seguinte:
Esforcem-se para ir bem na prova 1 e prova 2 (Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares) pois a terceira prova é vista por outros alunos como a prova mais difícil.
Cálculo (P1 + P2 + P3)/3
Isto é, torna plenamente possível atingir a média nas primeiras duas provas (alcançando 18 na somatória, dividido por 3 já terei 6 de média).</description></item><item><title>Laboratório de Banco de Dados - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ibd-100/</link><pubDate>Thu, 07 Aug 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ibd-100/</guid><description>Informações admnistrativas do funcionamento da aula Breves regras e bons hábitos durante o curso.
Sobre horários A Aula inicia às 19h em ponto; Chamada será realizada às 19h30. Quem estiver na sala recebe presença, quem não recebe as quatro faltas. O professor não fará intervalos e o término previsto para as aulas será às 21h30. Sobre Média Não haverá Prova Substitutiva (a não ser que o professor veja a possibilidade a partir de ordem superior)</description></item><item><title>ISO200 - Aula Prática: Automatização com Shell Scripts</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-exercicio-final-sh/</link><pubDate>Sat, 07 Jun 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-exercicio-final-sh/</guid><description>Sistemas Operacionais II - Aula Prática: Shell Scripts Conceitos Fundamentais O shell script representa uma das ferramentas mais poderosas para automatização em sistemas Unix/Linux, permitindo a criação de soluções eficientes para tarefas repetitivas e complexas. Durante esta aula prática, exploramos cinco exercícios que demonstram diferentes aspectos da programação em shell, desde manipulação básica de arquivos até operações avançadas de sincronização e compactação.
Shell script é uma linguagem de programação interpretada que utiliza o shell do sistema operacional como interpretador, proporcionando acesso direto às funcionalidades do kernel através de comandos nativos.</description></item><item><title>Segurança da Informação - Aula 04</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-004/</link><pubDate>Sat, 31 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-004/</guid><description>Questões de Segurança da Informação Criptografia e Ferramentas de Proteção Questão 1: Criptografia Simétrica vs. Assimétrica Definições Fundamentais Criptografia Simétrica Princípio: Utiliza uma única chave para cifrar e decifrar mensagens Características: Alta velocidade de processamento, menor overhead computacional Limitação principal: Distribuição segura da chave compartilhada Criptografia Assimétrica Princípio: Emprega um par de chaves (pública e privada) matematicamente relacionadas Características: Soluciona o problema de distribuição de chaves, permite autenticação Limitação principal: Maior complexidade computacional Análise Comparativa de Segurança Aspecto Simétrica Assimétrica Velocidade Superior Inferior Distribuição de Chaves Problemática Eficiente Escalabilidade Limitada Excelente Recursos Computacionais Baixos Elevados Avaliação de Segurança Conclusão: Ambos os sistemas podem ser considerados seguros quando implementados adequadamente.</description></item><item><title>Estatística - Aula 11: Estimação e Intervalo de Confiança</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-11/</link><pubDate>Thu, 22 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-11/</guid><description>Estatística - Aula 11: Estimação e Intervalo de Confiança Conceitos Principais A estimação é um dos pilares da estatística inferencial, permitindo que façamos generalizações sobre uma população inteira baseando-nos apenas em dados de uma amostra. Esta aula abordou os fundamentos da estimação e como construir intervalos de confiança para parâmetros populacionais.
Estatística Inferencial A estatística inferencial tem como objetivo fazer generalizações para a população a partir de dados coletados de uma amostra.</description></item><item><title>Economia e Finanças Aula 09 - Break-even Point</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-008/</link><pubDate>Wed, 21 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-008/</guid><description>Exercícios 1 - Empresa Alfa Cia &amp;amp; Ltda - Dados de Outubro Descrição Valor Preço de Venda R$ 250/unidade Custo Variável R$ 175/unidade Custo Fixo R$ 300.000 Depreciação R$ 75.000 (já incluída no Custo Fixo) Retorno Desejado R$ 150.000 1. Cálculo dos Pontos de Equilíbrio 1.1 Ponto de Equilíbrio Contábil (PEC) O PEC representa o volume de vendas onde a empresa não tem lucro nem prejuízo contábil.
Fórmula para cálculo em unidades:</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 9: Distribuição Normal</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-09/</link><pubDate>Thu, 08 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-09/</guid><description>Estatística Aplicada - Aula 5: Distribuição Normal Conceitos Principais A distribuição normal constitui um dos pilares da estatística inferencial, sendo fundamental para modelagem de fenômenos naturais e análise de dados em diversos campos científicos e tecnológicos. Esta aula examina suas propriedades, formulação matemática e aplicações práticas.
Contexto Histórico A distribuição normal emerge de um rico processo de desenvolvimento histórico, envolvendo alguns dos mais notáveis matemáticos dos séculos XVIII e XIX.</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 08</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-08/</link><pubDate>Thu, 24 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-08/</guid><description>Exercícios sobre Distribuição Polinomial - Aula passada Gabriel Coelho Soares 1)
$$ P = 0,5 $$
$$ Q = 0,5 $$
$$ n = 20 $$
$$ k = 8 $$
$$ P = C_{20.8} \times 0.5^8 \times 0.5^{12} $$
$$ \begin{align} P = 125970 \cdot 0.00390625 \\ P = 0.1201343413 \cdot 100 \\ \color{red} P = 12.01 \end{align} $$
2) a)
$P = 0.4$
$Q = 0.6$
$n = 25$</description></item><item><title>Economia e Finanças Aula 07</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-007/</link><pubDate>Wed, 23 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-007/</guid><description>Fluxo de Caixa - Exercícios Exercício 2 - Yuki LTDA Dados adicionais Dez. Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Vendas 30.000 40.000 50.000 60.000 60.000 60.000 60.000 Prazos: À vista (45%) 13.500 18.000 22.500 27.000 27.000 27.000 27.000 30 dias (55%) 16.500 22.000 27.500 33.000 33.000 33.000 33.000 Compras 60% (das vendas) 18.000 24.000 30.000 36.000 36.000 36.000 36.000 Prazos: À vista (30%) 5.400 7.200 9.000 10.800 10.800 10.800 10.</description></item><item><title>Resumo para prova - Programação de Scripts</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-resumo-p1/</link><pubDate>Fri, 11 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-resumo-p1/</guid><description>Resumo Bimestral: Programação de Scripts (ILP502) 1. Fundamentos do Desenvolvimento Web 1.1 Estrutura Básica de Aplicações Web Front-end: HTML (estrutura), CSS (estilo) e JavaScript (funcionalidades) Back-end: Node.js/TypeScript (lógica de servidor e processamento) &amp;ldquo;HTML é o chassi do carro, CSS é o estilo e pintura, JavaScript são as funcionalidades, e Node.js é o motor que faz tudo funcionar.&amp;rdquo;
1.2 Avaliação da Disciplina Fórmula: (((P1×0.3) + (T1×0.7))/2) + (((P2×0.3) + (T2×0.7))/2) Primeira etapa: HTML, CSS e JavaScript Segunda etapa: HTML, CSS, JavaScript, Node.</description></item><item><title>Economia e Finanças Aula 06</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-006/</link><pubDate>Wed, 09 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-006/</guid><description>Economia e Finanças Aula 05 Economia e Finanças Aula 04 Fluxo Econômico Financeiro I. Regimes de Apuração de Resultado Regime de Competência &amp;ldquo;Evento econômico (valores contabilizados conforme ocorrem - fato gerador)&amp;rdquo;
O regime de competência representa uma abordagem contábil fundamental que estabelece o reconhecimento das receitas e despesas no momento em que ocorrem, independentemente da movimentação financeira correspondente:
Receita: contabilizada quando for gerada, independentemente de seu recebimento financeiro Despesa: contabilizada quando for consumida, independentemente de seu pagamento Este regime obedece ao princípio da competência, que busca refletir com precisão a realidade econômica da entidade em determinado período.</description></item><item><title>Engenharia de Software III - Resumo para p1</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-resumo-p1/</link><pubDate>Mon, 07 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-resumo-p1/</guid><description>Resumo Completo de Engenharia de Software III 1. Fundamentos de Orientação a Objetos Evolução dos Paradigmas de Programação Sequencial → Procedural → Orientado a Eventos → Orientado a Objetos POO surgiu para reutilização de código e redução do consumo de memória Conceitos Fundamentais Classe: Representação de objetos com mesma estrutura (ex: Carro) Objeto: Instância específica de uma classe (ex: Ford Ka, Toyota Corolla) Atributos: Características/dados da classe (ex: portas, motor) Métodos: Comportamentos/operações (ex: acelerar, frear) Princípios da POO Facilidade de manutenção Reutilização de código Legibilidade Simplificação de alterações 2.</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Exercícios de Revisão</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-revisao/</link><pubDate>Thu, 03 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-revisao/</guid><description>Revisão para Prova Classe fi FR%a FR Pm Pm * fi Pm² Pm². fi 70├─90 28 14 14 80 2.240 6400 179.200 90├─110 38 33 19 100 3.800 10000 380.000 110├─130 40 53 20 120 4.800 14400 576.000 130├─150 44 75 22 140 6.160 19600 862.400 150├─170 20 85 10 160 3.200 25600 512.000 170├─190 14 92 7 180 2.520 32400 453.600 190├─210 16 100 8 200 3.200 40000 640.</description></item><item><title>Segurança da Informação - Exercícios preparatórios</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-exercicios-prep/</link><pubDate>Thu, 03 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-exercicios-prep/</guid><description>Segurança da Informação - Aula 01 Segurança da Informação - Aula 02 Segurança da Informação - Aula 03 Questões realizadas pela Claude.ai com base no conteúdo das minhas anotações e dos slides do professor
Questões 1. (0,5 ponto) Na hierarquia DIKW (Data, Information, Knowledge, Wisdom), explique a diferença entre &amp;ldquo;dados&amp;rdquo; e &amp;ldquo;informação&amp;rdquo; 2. (0,5 ponto) Marque a alternativa que apresenta os três princípios fundamentais da Segurança da Informação a) Contingência, Auditoria e Autenticação b) Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade c) Confiança, Efetividade e Eficiência d) Consistência, Legalidade e Não-Repúdio e) Controle, Auditoria e Autenticação</description></item><item><title>Sistemas Operacionais II - Resumo para prova</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-resumo/</link><pubDate>Thu, 03 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-resumo/</guid><description>Sistemas Operacionais II - Guia de Estudo Linux Adaptado do resumo realizado por DryCaleffi.
1. Introdução ao Linux 1.1 História e Características Criado por: Linus Torvalds em 1991 na Universidade de Helsinki, Finlândia Primeira versão oficial: 1992 Licença: Código aberto, distribuído gratuitamente pela Internet 1.2 Principais características Multiusuário: Vários usuários podem utilizar o sistema simultaneamente Multitarefa: Executa múltiplos programas ao mesmo tempo Multiplataforma: Funciona em diferentes arquiteturas de hardware Multiprocessador: Suporta sistemas com mais de um processador Case sensitive: Diferencia letras maiúsculas e minúsculas Segurança: Sistema de permissões para arquivos, diretórios e programas 1.</description></item><item><title>Economia e Finanças Resumo para prova</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-resumo-p1/</link><pubDate>Wed, 02 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-resumo-p1/</guid><description>ECONOMIA E FINANÇAS: RESUMO COMPLETO I. FUNDAMENTOS DE ECONOMIA 1. Conceitos Básicos Etimologia: Do grego oikos (casa) e nomos (norma, lei) = &amp;ldquo;administração da casa&amp;rdquo; Definição formal: Ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade decidem utilizar recursos produtivos escassos para produzir bens e serviços, distribuindo-os entre as pessoas e grupos da sociedade, com a finalidade de satisfazer às necessidades humanas Objeto de estudo: A escassez de recursos e a gestão eficiente destes recursos 2.</description></item><item><title>Empreendedorismo - Resumo Geral</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cee-resumo-p1/</link><pubDate>Wed, 02 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cee-resumo-p1/</guid><description>Empreendedorismo - Aula 01 Empreendedorismo - Aula 02 Fundamentos do Comportamento Empreendedor Conceito de Empreendedorismo O empreendedorismo constitui um conjunto de comportamentos e hábitos que podem ser adquiridos, praticados e reforçados nos indivíduos. Através de capacitação adequada, as pessoas se tornam capazes de gerir e aproveitar oportunidades, melhorar processos e desenvolver negócios.
Conforme definido por Raymond Kao (1997):
&amp;ldquo;Empreender é fazer algo novo (criativo) e/ou diferente (inovador) com o objetivo de criar riqueza para o indivíduo e adicionar valor para a Sociedade.</description></item><item><title>Programação Orientada a Objetos - Resumo para Prova 1</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-resumo-p1/</link><pubDate>Tue, 01 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-resumo-p1/</guid><description>Programação Orientada a Objetos em Java: Guia Abrangente para a Avaliação (ILP007) Este guia sistematiza os principais conceitos e práticas da Programação Orientada a Objetos em Java, conforme abordado na disciplina ILP007, e constitui material essencial para preparação para a avaliação.
Fundamentos Conceituais da Orientação a Objetos Paradigma Orientado a Objetos &amp;ldquo;A Programação Orientada a Objetos representa uma abordagem de desenvolvimento que organiza o software como coleções de objetos que incorporam estrutura de dados e comportamentos.</description></item><item><title>Engenharia de Software III - Diagramas de Implementação</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-008/</link><pubDate>Mon, 31 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-008/</guid><description>Diagramas de Implementação na UML Os Diagramas de Implementação são uma categoria da UML (Unified Modeling Language) que representam aspectos de implementação física dos sistemas, incluindo tanto a estrutura de componentes quanto a estrutura do sistema em tempo de execução. Estes diagramas são fundamentais para visualizar a organização dos artefatos físicos que compõem o software.
Categorização dos Diagramas de Implementação Na UML, os diagramas de implementação são expressos em duas formas principais:</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 07</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-07/</link><pubDate>Thu, 27 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-07/</guid><description>Medidas e Dispersão - Continuação A aula começou com exercícios sobre o assunto da aula anterior. Irei inserir o conteúdo faltoso dentro de alguns dias.
Exercício: Peso de 50 pessoas Pesos fi Pm Pm * fi Pm^2 Pm^2 * fi (Pm*fi)^2 40|&amp;mdash;- 50 10 45 450 2025 20250 202500 50|&amp;mdash;- 60 20 55 1100 3025 60500 1210000 60|&amp;mdash;- 70 8 65 520 4225 33800 270400 70|&amp;mdash;- 80 7 75 525 5625 39375 275625 80|&amp;mdash;- 90 5 85 425 7225 36125 180625 TOTAL 50 3020 22125 190050 2139150 a) A média aritmética dos pesos</description></item><item><title>Economia e Finanças Aula 05</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-005/</link><pubDate>Wed, 26 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-005/</guid><description>Economia e Finanças Aula 04 Economia e Finanças Aula 03 Microeconomia e Macroeconomia Divisão da Ciência Econômica A ciência econômica se divide em duas grandes áreas de estudo, cada uma com seu escopo e metodologia específicos:
Microeconomia: ocupa-se do comportamento das partes constitutivas da economia Macroeconomia: analisa o funcionamento do sistema econômico como um todo Esta divisão permite analisar fenômenos econômicos em diferentes escalas, complementando-se mutuamente para formar um entendimento abrangente da economia.</description></item><item><title>Engenharia de Software III - Diagramas de Atividades</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-007/</link><pubDate>Mon, 24 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-007/</guid><description>Diagrama de Atividades na UML O Diagrama de Atividades é um dos diagramas mais detalhistas da UML (Unified Modeling Language), baseado em redes de Petri com ênfase no nível algorítmico. Possui grande semelhança com fluxogramas de lógica e programação, sendo frequentemente representado com pseudocódigos ou mesmo linguagem de programação.
Caracterização e Aplicações Diferentemente do Diagrama de Sequência que representa um processo completo, o Diagrama de Atividades concentra-se na representação do fluxo de controle de uma atividade específica, descrevendo os passos necessários para a conclusão de um método ou algoritmo específico.</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 06</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-06/</link><pubDate>Thu, 20 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-06/</guid><description>MEDIDAS DE DISPERSÃO E VARIABILIDADE Fundamentos Conceituais Importância das Medidas de Dispersão As medidas de dispersão constituem um componente fundamental da análise estatística, complementando as medidas de posição (como média, mediana e moda). Em um processo produtivo ou análise de dados, conhecer apenas a média não proporciona informação suficiente sobre a distribuição dos valores. A dispersão permite quantificar a variabilidade dos dados em torno da medida central.
Em um processo de produção, saber apenas a média não é suficiente para afirmar que a produção está ocorrendo adequadamente.</description></item><item><title>Pacotes em Java</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-04-pacotes/</link><pubDate>Tue, 18 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-04-pacotes/</guid><description>Pacotes em Java Conceito e Finalidade Os pacotes em Java representam um mecanismo de encapsulamento que permite agrupar classes, interfaces, enumerações e anotações relacionadas em uma única unidade organizacional. Este agrupamento proporciona diversos benefícios:
Organização estrutural: Facilita a estruturação lógica do código-fonte Controle de acesso: Permite definir níveis de visibilidade entre classes Prevenção de conflitos de nomes: Evita colisões de nomenclatura através de namespaces distintos Modularidade: Promove o desenvolvimento modular e a reutilização de componentes &amp;ldquo;Um pacote é essencialmente um namespace que organiza um conjunto de classes e interfaces relacionadas.</description></item><item><title>Programação Orientada a Objetos - Aula 05</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-04/</link><pubDate>Tue, 18 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-04/</guid><description>Programação Orientada a Objetos (ILP007) - Aula 05 Construtores e Sobrecarga Construtores Quando utilizamos a palavra reservada new em Java, estamos realizando o processo de construção de um objeto. Este processo é executado por um método especial chamado construtor, que possui o mesmo nome da classe.
O construtor é um bloco que possui o mesmo nome da classe e tem a função de inicializar atributos e realizar configurações necessárias durante a criação do objeto.</description></item><item><title>Beans - Springboot</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-beans/</link><pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-beans/</guid><description>Beans no Spring Framework: Análise Conceitual e Prática Fundamentos Teóricos Definição Formal &amp;ldquo;Um Bean no contexto do Spring Framework é um objeto que é instanciado, gerenciado e configurado pelo container Inversão de Controle - Springboot do Spring, constituindo a espinha dorsal das aplicações desenvolvidas neste ecossistema.&amp;rdquo;
Os Beans representam componentes fundamentais na arquitetura do Spring, sendo as unidades básicas sobre as quais todo o framework opera. Estes objetos são gerenciados pelo container de Inversão de Controle, que coordena seu ciclo de vida completo, desde a instanciação até a destruição.</description></item><item><title>Beans x Components - Springboot</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-beans-components/</link><pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-beans-components/</guid><description>Beans e Components no Spring Framework: Análise Comparativa Fundamentos Conceituais Definições Formais @Bean: Anotação em nível de método, utilizada em classes de configuração para declarar explicitamente instâncias gerenciadas pelo container Spring.
@Component: Anotação em nível de classe que marca um tipo para autodetecção através de scanning de componentes.
As anotações @Beans e @Component representam duas abordagens distintas, porém complementares, para definir objetos gerenciados pelo container IoC do Spring Framework. Embora ambas resultem na criação de beans Spring, elas diferem significativamente em termos de contexto de aplicação, flexibilidade e propósito arquitetural.</description></item><item><title>Components - Springboot</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-component/</link><pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-component/</guid><description>Components no Spring Boot: Fundamentos e Aplicações Conceito e Contextualização Os Components constituem unidades fundamentais na arquitetura do Spring Boot, representando objetos gerenciados pelo container IoC que formam a base estrutural das aplicações desenvolvidas neste framework. Inversão de Controle - Springboot Injeção de Dependências - Springboot Definição Formal O termo &amp;ldquo;Component&amp;rdquo; no contexto do Spring Boot refere-se a classes anotadas com @Component ou suas especializações, que são automaticamente detectadas, instanciadas e gerenciadas pelo container de Inversão de Controle, proporcionando a base para a construção modular de aplicações.</description></item><item><title>Desenvolvimento Web + API RESTfull</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/api-web-java/</link><pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/api-web-java/</guid><description>Resumo sobre Desenvolvimento Web e APIs RESTful Fundamentos do Desenvolvimento Web O desenvolvimento web se refere ao processo de criação de websites e aplicações para a internet ou intranets, abrangendo diversas tarefas como web design, programação, gestão de bancos de dados e engenharia de servidores. A estrutura básica do desenvolvimento web compreende duas áreas principais:
Frontend e Backend &amp;ldquo;Frontend é a parte do website que os usuários interagem diretamente. Envolve a criação de interfaces de usuário e experiências, usando tecnologias como HTML, CSS e JavaScript.</description></item><item><title>Diagrama de Sequência - Preparação para aula</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-005-prep/</link><pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-005-prep/</guid><description>Diagramas de Sequência UML: Conceitos e Exemplos Fundamentos do Diagrama de Sequência O Diagrama de Sequência é um dos diagramas comportamentais mais importantes na Linguagem de Modelagem Unificada (UML), focado em ilustrar as interações entre objetos ao longo do tempo. Este diagrama é especialmente útil para representar o fluxo de mensagens, eventos e ações que ocorrem em um cenário específico de um sistema orientado a objetos.
Características Principais Dimensão temporal: Representa a sequência cronológica de eventos e mensagens Foco nas interações: Demonstra como objetos se comunicam entre si Baseado em casos de uso: Geralmente deriva de um caso de uso específico, detalhando sua implementação O Diagrama de Sequência determina a sequência de eventos que ocorrem em um determinado processo, identificando quais condições devem ser satisfeitas e quais métodos devem ser disparados entre os objetos envolvidos.</description></item><item><title>Injeção de Dependências - Springboot</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-di/</link><pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-di/</guid><description>Injeção de Dependências no Spring Framework Fundamentos Conceituais Definição Formal &amp;ldquo;Injeção de Dependências (DI) é um padrão de projeto que implementa o princípio de Inversão de Controle - Springboot , permitindo que dependências sejam fornecidas a um objeto em vez de o próprio objeto criar ou procurar por suas dependências.&amp;rdquo;
A Injeção de Dependências constitui a implementação prática do princípio de Inversão de Controle no ecossistema Spring, sendo considerada um dos pilares arquiteturais do framework.</description></item><item><title>Inversão de Controle - Springboot</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-ioc/</link><pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-ioc/</guid><description>Inversão de Controle (IoC) Conceito Fundamental A Inversão de Controle representa um princípio arquitetural de software que transfere o controle da execução do programa para um container ou framework externo. Este princípio constitui um dos fundamentos mais importantes do Spring Framework.
Definição Formal &amp;ldquo;Inversão de Controle é um padrão de design em que o fluxo de execução de um programa é invertido: em vez de o código da aplicação chamar um framework ou biblioteca, é o framework quem chama o código da aplicação.</description></item><item><title>Singleton x Prototype - Springboot</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-singleton-prototype/</link><pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/springboot-singleton-prototype/</guid><description>Escopos de Beans no Spring Framework: Singleton versus Prototype Tipos Principais de Escopos O Spring Framework suporta diferentes escopos para atender diversas necessidades arquiteturais:
Escopo Descrição Contexto de Uso singleton Uma única instância por container IoC (padrão) Objetos stateless, serviços, configurações prototype Nova instância a cada solicitação Objetos com estado, entidades específicas por requisição request Uma instância por requisição HTTP Aplicações web, dados de requisição session Uma instância por sessão HTTP Carrinhos de compra, preferências de usuário application Uma instância por ServletContext Dados compartilhados entre usuários websocket Uma instância por sessão WebSocket Comunicação em tempo real Singleton: Características e Implementação Definição Formal O escopo singleton garante a existência de apenas uma instância de um bean por container Spring, que é compartilhada em todas as solicitações deste bean.</description></item><item><title>Economia e Finanças Aula 03</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-003/</link><pubDate>Sat, 15 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-003/</guid><description>Economia e Finanças Aula 02 Economia e Finanças Aula 01 Economia e Finanças: Escassez e Decisões Econômicas Escassez A escassez representa o fundamento da economia: recursos finitos versus desejos infinitos. Esta condição universal força escolhas com custos de oportunidade, independentemente do nível de desenvolvimento social. As sociedades enfrentam três questões fundamentais:
O que/quanto produzir? Como produzir? Para quem produzir? As respostas a estas perguntas definem os diversos sistemas econômicos existentes.</description></item><item><title>Empreendedorismo - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cee-002/</link><pubDate>Sat, 15 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cee-002/</guid><description>Empreendedorismo - Aula 01 Comportamento Empreendedor O Processo Empreendedor O empreendedor age através de um processo sequencial que começa com a identificação de oportunidades - o reconhecimento de necessidades não atendidas ou problemas a serem resolvidos. Em seguida, ele passa para o estágio de agarrar a oportunidade, mobilizando recursos e tomando as iniciativas necessárias para transformar a ideia em ação. Por fim, o empreendedor trabalha para aproveitar a oportunidade de forma plena, extraindo o máximo valor e desenvolvendo-a ao longo do tempo.</description></item><item><title>Sistemas Operacionais II - Aula 02 a 04</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-002/</link><pubDate>Sat, 15 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-002/</guid><description>Linux: Comandos Básicos e Navegação do Sistema O Linux é um sistema operacional criado por Linus Torvalds em 1991, com sua primeira versão oficial lançada em 1992. Diferentemente de sistemas proprietários, o Linux é de código aberto, o que permite a colaboração mundial para seu desenvolvimento e evolução. Esta característica torna o sistema mais flexível e adaptável às necessidades específicas dos usuários.
Características Principais do Linux Multiusuário: Permite que vários usuários utilizem o sistema simultaneamente, cada um com suas próprias credenciais Multitarefa: Executa diversos programas simultaneamente Multiplataforma: Funciona em diferentes arquiteturas de hardware Multiprocessador: Suporta sistemas com múltiplos processadores Case Sensitive: Diferencia letras maiúsculas e minúsculas (exemplo: &amp;ldquo;Arquivo.</description></item><item><title>Sistemas Operacionais II - Lista de Exercício 1</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-003/</link><pubDate>Sat, 15 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-003/</guid><description>Exercício de Navegação e Manipulação de Arquivos no Linux Este exercício tem como objetivo praticar comandos básicos de navegação e manipulação de arquivos no Linux, criando uma estrutura de diretórios, arquivos e realizando operações sobre eles.
Parte 1: Criação da Estrutura Inicial Logar como usuário root: bash bash code snippet start
# Não é necessário comando - faça login como root bash code snippet end
Verificar diretório atual: bash bash code snippet start</description></item><item><title>Sistemas Operacionais II - Lista de Exercício 2</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-004/</link><pubDate>Sat, 15 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-004/</guid><description>Exercício de Gerenciamento de Usuários e Permissões no Linux Este exercício prático tem como objetivo trabalhar com a criação de usuários, grupos e o gerenciamento de permissões no sistema Linux, simulando um ambiente empresarial com diferentes departamentos.
Parte 1: Preparação do Ambiente Logar como root: bash bash code snippet start
# Faça login como usuário root bash code snippet end
O usuário root tem privilégios administrativos completos no sistema.</description></item><item><title>Programaçao de Scripts - Aula 05</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-005/</link><pubDate>Fri, 14 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-005/</guid><description>Javascript Como viamos na Programaçao de Scripts - Aula 01 , o javascript são as funcionalidades do carro, mas unido ao Node é como o motor do mesmo.
Vamos começar com essas funcionalidades &amp;ldquo;públicas&amp;rdquo;, que irá ajudar-nos a dar um dinamismo para o nosso site.
A Tag Script Para exibirmos um comando javascript, precisamos de uma tag html para identificar um script em específico.
html html code snippet start</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 05</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-05/</link><pubDate>Thu, 13 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-05/</guid><description>Medidas de Posição - Estudo da Mediana e da Moda Por que foram criadas a Mediana e a Moda? A mediana e a moda foram criadas como alternativas à média aritmética para situações em que a média não representa adequadamente o conjunto de dados, especialmente quando existem valores extremos (outliers).
Exemplo demonstrativo:
Lista de salários: 100, 100, 100, 100, 100, 100, 100, 12000 (em reais) Média aritmética: 1.587,50 Este valor não representa bem o salário típico da empresa, pois está muito distante do que a maioria recebe Mediana Definição A mediana é o valor que fica exatamente no centro da distribuição quando os dados são organizados em ordem crescente ou decrescente.</description></item><item><title>Economia e Finanças Aula 04</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-004/</link><pubDate>Wed, 12 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-004/</guid><description>Economia e Finanças Aula 03 Economia e Finanças Aula 02 Escassez e Curva de Possibilidade de Produção I. O Problema da Escassez A Lei Fundamental da Economia A escassez de recursos representa o fundamento central que justifica a existência da ciência econômica. Esta condição inescapável surge da contraposição entre:
Recursos produtivos limitados Necessidades e desejos humanos ilimitados A Lei da Escassez determina que os agentes econômicos (indivíduos, empresas e governos) precisam constantemente tomar decisões sobre como alocar eficientemente recursos escassos entre usos alternativos.</description></item><item><title>Engenharia de Software III - Aula 04</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-004/</link><pubDate>Mon, 10 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-004/</guid><description>Diagramas de Caso de Uso na UML Introdução e Conceitos Fundamentais O Diagrama de Casos de Uso representa um dos artefatos essenciais da Unified Modeling Language (UML), estabelecendo-se como uma ferramenta primária na comunicação entre analistas e stakeholders. Este diagrama permite a visualização das funcionalidades do sistema a partir da perspectiva do usuário, constituindo uma representação gráfica dos requisitos funcionais que o sistema deve atender.
&amp;ldquo;O Diagrama de Casos de Uso tem o objetivo de auxiliar a comunicação entre os analistas e o cliente, descrevendo cenários que mostram as funcionalidades do sistema do ponto de vista do usuário.</description></item><item><title>Economia e Finanças Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-002/</link><pubDate>Sun, 09 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-002/</guid><description>Economia, Escassez e Fatores de Produção Economia e Escassez: A ciência econômica busca um equilíbrio entre desejos ilimitados e recursos limitados, visando gerir eficientemente bens e recursos escassos para satisfazer as necessidades humanas. Padrão de Vida e Produtividade: O padrão de vida de um país está intrinsecamente ligado à sua capacidade de produzir bens e serviços. O padrão de vida, medido pelo PIB per capita, varia significativamente entre os países, sendo que os países mais desenvolvidos apresentam um PIB per capita de dez a vinte vezes maior do que os países mais pobres.</description></item><item><title>Segurança da Informação - Aula 03</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-003/</link><pubDate>Sat, 08 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-003/</guid><description>Segurança da Informação Mapeamento de Segurança Identificar o grau de relevância e as relações diretas e indiretas entre os diversos processos de negócio, perímetros e infraestruturas. Inventariar os ativos físicos, tecnológicos e humanos que sustentam a operação da empresa, econsiderando as variáveis externas e internas que interferem em riscos da empresa. Identificar o cenário atual - ameaças, vulnerabilidades e impactos - e especular a projeeção do cenário. Mapear as necessidades Estratégia de Segurança Definir plano de ação, comumunte plurianual, que considere todas as particularidades estratégicas, táticas e operacionais do negócio mapeada na etapa anterior.</description></item><item><title>Programaçao de Scripts - Aula 04</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-004/</link><pubDate>Fri, 07 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-004/</guid><description>Responsividade Responsividade é a capacidade de um site adaptar-se em diferentes tamanhos de tela.
O tópico da responsividade teve seu boom junto com o advento dos smartphones - afinal, ninguém queria entrar num site e ter que pinçar o conteúdo para ler o que está escrito.
Pensando nos usuários mobile, as ferramentas de busca priorizam sites responsivos, portanto há um grande impacto no SEO (Search Engine Optimization).
Técnicas Comuns Media Queries: Permitem aplicar estilos diferentes com base no tamanho da tela.</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 04</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-04/</link><pubDate>Thu, 06 Mar 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-04/</guid><description>Medidas de Posição Média, Mediana e Moda são chamadas medidas de posição pois elas ocupam a posição central da distribuição de números.
Média Aritmética para Dados Não Agrupados A aula começa com a aplicação da média aritmética em dados não agrupados, demonstrada por exemplos simples como a produção de leite de uma vaca durante a semana e o cálculo do salário médio de uma empresa. Exemplo: &amp;ldquo;A produção leiteira diária de uma vaca, durante uma semana foi de 10, 14, 13, 15, 16, 18, 12 litros de leite.</description></item><item><title>Programaçao de Scripts - Aula 03</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-003/</link><pubDate>Fri, 28 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-003/</guid><description>CSS CSS ou Cascade Style Sheets é uma linguagem que irá comandar a aparência de nossos arquivos HTML interpretados nos navegadores. Parte fundamental para o design visual dos nossos sites.
Ele permite separar o conteúdo da apresentação, facilitando a manutenção e melhorando acessibilidade e carregamento da página.
Seletores CSS Sendo uma linguagem de programação para estilização dos sites, temos de selecionar os componentes nos quais iremos estilizar.
Assim, surge algumas normas para a seleção.</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 03</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-03/</link><pubDate>Thu, 27 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-03/</guid><description>Distribuição de Frequência &amp;ldquo;Uma Distribuição de Frequência é um um tipo de tabela que condensa uma coleção de dados conforme as frequências (repetições de seus valores).&amp;rdquo;
O principal objetivo é tornar os dados brutos mais compreensíveis e identificar padrões.
As distribuições de frequência são uma ferramenta essencial para a organização, resumo e análise de dados em estatística. Ao condensar grandes quantidades de dados em formatos mais manejáveis, as distribuições de frequência permitem a identificação de padrões, tendências e insights valiosos.</description></item><item><title>Programação Orientada a Objetos - Aula 03</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-03/</link><pubDate>Tue, 25 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-03/</guid><description>Características da Linguagem Java Dados de referência No Java, para além dos tipos primitivos, temos os tipos de referência, sendo estes os que não armazenam o valor real da variável, mas uma refrência, um endereço para o local de memória onde se encontra o valor desta variável.
São estes:
Classes; Interfaces; Arrays; Objetos O que é ponteiro em outras linguagens, como c e c++, nós chamamos de referência em Java - que em grande parte serão os Objetos.</description></item><item><title>Engenharia de Software III - Aula 03</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-003/</link><pubDate>Mon, 24 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-003/</guid><description>Entendendo novos conceitos No início da aula... O professor realizou um exercício com os alunos para rever alguns conceitos e partir para conceitos novos. Irei transcrever o exercício abaixo, junto da solução. Crie um diagrama de classes para o seguinte cenário: O analista visitou uma loja de sapatos que necessita informatizar seus processos contendo os dados da tabela abaixo:
Cliente código, nome, endereço, bairro, cidade e fone incluir, alterar, excluir e consultar Fornecedor CNPJ, nome, endereço, bairro, cidade e fone incluir, alterar, excluir e consultar Produto código de barras, descrição, valor unitário e qtd incluir, alterar, excluir e consultar Vendas NF, data, nome do cliente, total da nota incluir, alterar, excluir , consultar e gerar nota Item da venda nome do produto, quantidade e subtotal incluir, alterar e excluir Usuário código, nome completo, usuário, senha e nível de acesso incluir, alterar, excluir, consultar, login e logoff Comissão Número da NF, Data da venda, valor da venda, usuário que vendeu, porcentagem e valor da comissão incluir, alterar, excluir, consultar Observações: Generalizar os atributos comuns entre cliente e fornecedor; A venda deve ser composta pelos itens da venda e cada venda poderá ter muitos itens; Na venda deve aparecer o usuário logado e gerar comissão para o mesmo; Cada item refere-se a um produto diferente na venda; Ao finalizar a venda os produtos devem ser retirados do estoque alterando o atributo qtd do produto; O atributo subtotal do item é o valor unitário do produto vezes a quantidade do item vendido; Cada venda deve ser feita para um cliente; Criar uma classe com todos os métodos; Você pode clicar com botão direito para abrir a imagem em outra aba e ver todas as nuances referentes ao diagrama.</description></item><item><title>Segurança da Informação - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-002/</link><pubDate>Sat, 22 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-002/</guid><description>Segurança da Informação Recomendo a releitura da aula passada: Segurança da Informação - Aula 01 Atividade inicial O que é LGPD? Qual a finalidade da LGPD? Quem deve obedecer às regras da LGPD? O que são dados pessoais? Quais os tipos/espécies de dados pessoais? O que é tratamento de dados pessoais? Quais os direitos dos titulares dos dados pessoais? Quais as sanções administrativas previstas para quem descumprir a LGPD ?</description></item><item><title>Programaçao de Scripts - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-002/</link><pubDate>Fri, 21 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-002/</guid><description>Focando mais no HTML Tags estruturais &amp;lt;html&amp;gt; &amp;lt;head&amp;gt; &amp;lt;meta&amp;gt; &amp;lt;title&amp;gt; &amp;lt;link rel=\&amp;quot;stylsheet\&amp;quot; /&amp;gt; &amp;lt;body&amp;gt; &amp;lt;header&amp;gt; &amp;lt;main&amp;gt; &amp;lt;footer&amp;gt; Basicamente, nosso site sempre terá por padrão as tags expostas acima. Embora não estejam fechadas ali acima, todas precisam ser fechadas no momento correto, lembrando da aula passada que dizia:
O HTML é &amp;ldquo;scriptado&amp;rdquo;, estrutural. Ele lê do topo ao fim do arquivo, linha por linha. Os blocos que iremos criar precisam ter sentido, é necessária uma semântica simples e legível.</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-02/</link><pubDate>Thu, 20 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-02/</guid><description>Panorama Histórico A Estatística é recente ou não?
Não, ela se assemelha ao tempo da matemática. Segundo alguns estatísticos ela é tão antiga quanto a matemática, mais ou menos 5 mil anos antes de Cristo.
Em relação a hoje, como era a estatística antigamente?
Era bem rudimentar. Não havia estatística naquele tempo, ao menos não do modo que temos hoje, por exemplo, o Governo não recebia dados estatísticos.
Naquele tempo, não se registrava crianças, e o capitólio não tinha conhecimento nem sobre nascimentos ou óbitos.</description></item><item><title>Economia e Finanças Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cef-001/</link><pubDate>Wed, 19 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cef-001/</guid><description>Economia e Finanças Como sabemos, Economia vem do grego oikos (casa) e nomos (norma, lei). Assim, vemos que Economia é administração da casa pública.
É uma ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade utilizam os recursos escassos, distribuindo-os às pessoas desta mesma sociedade, buscando satisfazer as necessidades humanas.
Introdução Não há autosuficiência quando se trata de disponibilidade dos recursos para satisfazer as necessidades da população. Nenhum país chegou a um nível econômico que pudesse satisfazer estas questões.</description></item><item><title>Programação Orientada a Objetos - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-02/</link><pubDate>Tue, 18 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-02/</guid><description>Características da Linguagem Java Linguagem Java é uma linguagem simples, sendo uma linguagem que temos um número de palavras reservadas não tão extenso, mas que pode-se agregar outras bibliotecas para expandir os muros desta simplicidade.
Não somente, mas deixa o desenvolvedor mais longe dos códigos de maquina, da infraestrutura. A JVM irá compilar o programa em qualquer sistema operacional, e qualquer máquina (interpretada).
Em Java conseguimos trabalhar com multithreads pensando em trabalhar síncrona e assíncronamente.</description></item><item><title>Engenharia de Software III - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-002/</link><pubDate>Mon, 17 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-002/</guid><description>Relacionamentos no Diagrama de Classes Associações Para realizarmos uma associação entre duas classes nós podemos usar uma linha. Uma linha sem nenhum desenho nas pontas, onde são &amp;ldquo;alojadas&amp;rdquo; nas classes não representa muita coisa para o desenvolvedor, senão pela liberdade dele em realizar conforme quiser.
No entanto, há as associações não navegáveis e associações navegáveis. As primeiras são representadas por um x saindo da classe. As segundas, são representadas pela seta, bem como na herança.</description></item><item><title>Segurança da Informação - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-001/</link><pubDate>Sat, 15 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/isg003-001/</guid><description>Segurança da Informação Informações da Disciplina Notas: (P1*0.7 + T1*0.3) + (P2*0.7 + T2*0.3)/2 Bibliografia Básica ALVES, G. A. Segurança da Informação: uma visão inovadora da Gestão. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006 LYRA, M. R. Segurança e Auditoria em Sistemas de Informação. Rio de Janeiro, Ciência Moderna, 2017 MACHADO, F. N. R. Segurança da Informação: princípios e controle de ameaça. São Paulo, Editora Erika, 2014 Bibliografia Complementar PEIXOTO, M.</description></item><item><title>Sistemas Operacionais II - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-001/</link><pubDate>Sat, 15 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/iso200-001/</guid><description>Sistemas Operacionais II Trabalharemos, nesta matéria, diretamente com o Sistema Operacional Linux. Para isso, será necessário a utilização de uma máquina virtual e, como recomendação, utilizaremos a distribuição Ubuntu 24.04
Nota: (P1 + (T10.2 + P20.8))/2 Comandos para o terminal no linux List Directories ls
Lista os diretórios pertencentes ao diretório atual.
ls -la
Lista todos os diretórios formatados em tabela, demonstrando informações adicionais, tais como últimas modificações (data), proprietário&amp;hellip;</description></item><item><title>Programaçao de Scripts - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-001/</link><pubDate>Fri, 14 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp502-001/</guid><description>Conceitos de Desenvolvimento Web Front-end: HTML/CSS/Javascript &amp;lt;- Metade aqui, para trabalharmos o básico Back-end: Node/Typescript &amp;lt;- Foco das aulas estará aqui a partir da segunda metade.
Sobre a disciplina Objetivo: Desenvolver scripts, automação e solução de probelmas utilizando programação. Avaliações: 2 provas e 2 trabalhos.
(((P1*0.3) + (T1 * 0.7)/2)+((P2*0.3) + (T2 * 0.7))/2) Prova e trabalho 1 - HTML, CSS e JS Prova e trabalho 2 - HTML, CSS, JS, NodeJS e Typescript</description></item><item><title>Estatística Aplicada - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/met100-01/</link><pubDate>Thu, 13 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/met100-01/</guid><description>O professor dedicou a primeira aula a explicar como funcionam as aulas dele.
Aula Teórica Primeira parte da aula. Todos sentam-se individualmente. Não há momento para falar sobre outras coisas agora, senão dúvidas que possam surgir. Quem falar conteúdo alheio a aula, perderá um ponto na média. Pode computador e outros dispositivos tecnológicos para anotação Em caso de celular tocar, atender do lado de fora. Aula Prática Após o intervalo (intervalo regrado de 20 minutos) Exercícios em grupo.</description></item><item><title>Empreendedorismo - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/cee-001/</link><pubDate>Wed, 12 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/cee-001/</guid><description>Empreendedorismo no curso de ADS Média = (Prova 0.25) + (Exercícios 0.1) + (Trabalho * 0.65)
Pode parecer contraintuitivo ter uma matéria de Empreendedorismo num curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Mas não o é de fato.
Há diversas questões importantes referente ao mercado de trabalho e sobre empregabilidade que serão abordadas nestas aulas, bem como a possibilidade de entender a criação de uma empresa.
O Desafio do fim do emprego Estudar empreendedorismo é informar sobre a importância do indivíduo - pois passaremos a empreender nós mesmos, isto é, passaremos a &amp;ldquo;saber vender o nosso peixe&amp;rdquo;.</description></item><item><title>Exercícios de Diagrama de Classes</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-001-exercicio/</link><pubDate>Tue, 11 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-001-exercicio/</guid><description>Exercício de classes 1. Uma Farmácia necessita informatizar seus processos Considerar o seguinte cenário para esta empresa:
a) Classe cliente Atributos: Código, Nome, Endereço, Cidade, Fone, E-mail e CPF Operações: Incluir, Alterar e Consultar; b) Classe funcionário Atributos: Código, Nome, Endereço, Cidade, Fone, E-mail e Cargo Operações: Incluir, Alterar e Consultar; c) Classe fornecedor Atributos: Código, Nome, Endereço, Cidade, Fone, E-mail e CNPJ Operações: Incluir, Alterar e Consultar; d) Classe produto Atributos: Código, Descrição, Valor unitário e Quantidade Operações: Incluir, Alterar e Consultar; e) Classe serviço Atributos: Código, Nome, Tipo, Valor Operações: Incluir, Alterar e Consultar; Criar as classes de forma aproveitar os dados aplicando generalização e especialização (herança).</description></item><item><title>Programação Orientada a Objetos - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-01/</link><pubDate>Tue, 11 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-01/</guid><description>ILP007 - Programação Orientada a Objetos Objetivo Implementar softwares com uso de linguagem de programação orientada a objetos.
Fundamentos de Orientação a Objetos Abstração em POO Interfaces em POO Conteúdo O conteúdo da primeira aula foi basicamente o que já havia tomado nota em Engenharia de Software III - Aula 01 e nas demais anotações ligadas à esta.
Códigos Estou utilizando o Github para armazenar os códigos desta matéria e, para aumentar o meu conhecimento de git, estou fazendo a partir do repositório do professor.</description></item><item><title>Abstração em POO</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/abstracao-poo/</link><pubDate>Mon, 10 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/abstracao-poo/</guid><description>Abstração em POO Quando passamos a criar diversas classes e aplicar os conceitos de Herança nós podemos chegar à Classes Abstratas, classes que em si não fazem sentido serem instanciadas, mas chegam a ser um molde perfeito para suas subclasses. Fundamentos de Orientação a Objetos Pense o seguinte:
Um banco pode ter vários tipos de contas, como Conta Corrente, Conta Poupança, Conta de Investimentos, Conta no Exterior, Contas Especiais e outras contas que podem vir a surgir.</description></item><item><title>Engenharia de Software III - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-001/</link><pubDate>Mon, 10 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies3-001/</guid><description>Conteúdo da aula Breve linha do tempo dos métodos de programação Primeiro surgiam os padrões Sequênciais Conforme a necessidade tecnológica, evoluiram para os padrões Procedurais Com interface gráfica, surgiram os padrões de programação orientada a Eventos E com elas, duas grandes linguagens ficaram famosas: Delphi e VB Com os computadores interligados em redes, houve a necessidade de uma programação orientada a Objeto A Programação orientada a Objetos veio para suprir a necessidade de reutilizar códigos e reduzir o alto consumo de memória.</description></item><item><title>Fundamentos de Orientação a Objetos</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/conceito-poo/</link><pubDate>Mon, 10 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/conceito-poo/</guid><description>Engenharia de Software III - Aula 01 Programação Orientada a Objetos - Aula 01 Fundamentos da Orientação à Objetos A grande diferença da programação orientada a objetos em relação às outras formas de programação que permitem estruturas está no conceito de herança, sendo este o mecanismo pelo qual as definições existentes podem ser facilmente estendidas.
Pode parecer tudo confuso agora, mas ao explicar sobre estes e outros fundamentos, tudo se tornará mais claro.</description></item><item><title>Interfaces em POO</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/interfaces-poo/</link><pubDate>Mon, 10 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/interfaces-poo/</guid><description>Interfaces O Java não permite a herança de duas classes distintas, assim nasce a interface que &amp;ldquo;burla&amp;rdquo; essa regra.
Uma interface ela necessariamente é uma Abstração em POO , por isso, por mais que você não coloque a palavra chave abstract, ela é automaticamente interpretada como se tivesse.
Seus métodos sempre serão públicos e abstratos, forçando o @Override na classe que implementa essa interface.
Pense no exemplo da Classe Abstrata &amp;ldquo;Animal&amp;rdquo;.</description></item><item><title>GUI com Java Swing</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/java-swing-components/</link><pubDate>Sun, 12 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/java-swing-components/</guid><description>Programação Orientada a Objetos - Aula 01 O pacote javax.swing oferece uma ampla gama de componentes gráficos para criar interfaces gráficas de usuário (GUIs) no Java. Esses componentes são conhecidos como JComponents e fornecem uma base para criar interfaces modernas e funcionais. Aqui está uma visão geral dos principais JComponents:
1. Contêineres Os contêineres são JComponents usados para organizar outros componentes dentro de uma janela.
JFrame: Representa a janela principal da aplicação.</description></item><item><title>Banco de Dados - Exercícios SQL</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ibd-003/</link><pubDate>Fri, 27 Sep 2024 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ibd-003/</guid><description>Exercício valendo nota sql sql code snippet start
-- Trabalho de IBD -- Exercicio 1: Criar o banco com as tabelas propostas; CREATE DATABASE faculdade; USE faculdade; CREATE TABLE alunos ( ra INT NOT NULL AUTO_INCREMENT PRIMARY KEY, nome VARCHAR(100), cidade VARCHAR(40) ); CREATE TABLE professor ( codigoprofessor INT NOT NULL AUTO_INCREMENT PRIMARY KEY, nome VARCHAR(100), cidade VARCHAR(40) ); CREATE TABLE disciplina ( codigodisciplina INT NOT NULL AUTO_INCREMENT PRIMARY KEY, disciplina VARCHAR(100), cargahoraria FLOAT ); CREATE TABLE historico ( codigohistorico INT NOT NULL AUTO_INCREMENT PRIMARY KEY, ra INT, CONSTRAINT fk_hist_aluno FOREIGN KEY (ra) REFERENCES alunos (ra), codigodisciplina INT, CONSTRAINT fk_hist_disc FOREIGN KEY (codigodisciplina) REFERENCES disciplina (codigodisciplina), codigoprofessor INT, CONSTRAINT fk_hist_prof FOREIGN KEY (codigoprofessor) REFERENCES professor (codigoprofessor), semestre INT, faltas INT, nota FLOAT ); -- 02 Inserir informações em todas as tabelas (10 alunos, 4 disciplinas - Banco de dados, Sistemas Operacionais, Rede de Computadores e Estrutura de dados, 3professores e 15 históricos) INSERT INTO alunos (nome, cidade) VALUES (&amp;#39;Gabriel&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Guaçu&amp;#39;), (&amp;#39;Marcos&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Guaçu&amp;#39;), (&amp;#39;Adryelle&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Mirim&amp;#39;), (&amp;#39;Brenda&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Mirim&amp;#39;), (&amp;#39;Tabata&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Guaçu&amp;#39;), (&amp;#39;Renan&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Guaçu&amp;#39;), (&amp;#39;Thaito&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Guaçu&amp;#39;), (&amp;#39;Fernando&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Mirim&amp;#39;), (&amp;#39;Luis&amp;#39;, &amp;#39;Jaguariuna&amp;#39;), (&amp;#39;Ian&amp;#39;, &amp;#39;Estiva&amp;#39;); INSERT INTO disciplina (disciplina, cargahoraria) VALUES (&amp;#39;Banco de Dados&amp;#39;, 80), (&amp;#39;Sistemas Operacionais&amp;#39;, 80), (&amp;#39;Redes de Computadores&amp;#39;, 40), (&amp;#39;Estrutura de Dados&amp;#39;, 80); INSERT INTO professor (nome, cidade) VALUES (&amp;#39;Maromo&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Mirim&amp;#39;), (&amp;#39;Sandro&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Mirim&amp;#39;), (&amp;#39;Ana Célia&amp;#39;, &amp;#39;Mogi Mirim&amp;#39;); INSERT INTO historico ( ra, codigodisciplina, codigoprofessor, semestre, faltas, nota ) VALUES (1, 1, 2, 3, 4, 10), (1, 2, 2, 3, 8, 10), (1, 3, 1, 3, 12, 8.</description></item><item><title>Banco de Dados - Aula 05-09</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ibd-002/</link><pubDate>Fri, 20 Sep 2024 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ibd-002/</guid><description>Especialização Resultado da separação de um ou mais subconjunto de entidades a partir de um nível superior. Pense em uma entidade Funcionários, que possui os campos padrões de funcionário, como ==código, nome, endereço, telefones, &amp;hellip;==
No entanto, tratando-se de uma grande empresa, conjecturemos o seguinte: Dentre os funcionários, existem os funcionários que possuem CRM (Médicos), CREA (Arquitetos e Engenheiros), ou quaisquer outras particularidades à &amp;ldquo;classe trabalhadora&amp;rdquo; deste funcionário.
Assim surge a necessidade de uma Especialização.</description></item><item><title>Banco de Dados - Aula 01-04</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ibd-001/</link><pubDate>Sat, 10 Aug 2024 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ibd-001/</guid><description>Entendendo o que é um Banco de Dados Nesta primeira aula teremos a introdução aos bancos de dados e seus objetivos, suas características e utilizações. Vamos relembrar o que são os dados, informações e conhecimento:
[!quote] TOREY et al., 2007 Dado é o componente básico de um arquivo, um elemento com significado no mundo real que compõe um sistema de arquivos. Como exemplo, podemos citar nome, sobrenome, cidade, bairro e outros.</description></item><item><title>Engenharia de Software I - Aula 03</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies1-003/</link><pubDate>Mon, 01 Apr 2024 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies1-003/</guid><description>Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Clássico / Cascata Incrementais Modelo Incremental RAD Evolutivos Prototipagem Espiral Processo Unificado (RUP) Métodos Ágeis Scrum XP Modelos Incrementais Destinados a desenvolver o software em incrementos, normalmente utilizados para entregar rapidamente um breve conjunto de funcionalidades ou quando os requisitos não estão tão bem definidos ou não são estáveis. Modelo Incremental Evolução direta do modelo cascata, que são executadas repetidas vezes dentro de cada incremento realizado.</description></item><item><title>Engenharia de Software I - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies1-002/</link><pubDate>Mon, 04 Mar 2024 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies1-002/</guid><description>Método tradicional Antigamente existiam, dentro das atividades do processo de desenvolvimento de um software, um método linear de execução entre elas.
Assim, a execução da comunicação norteava e indicava os requisitos, e que, após uma aprovação do cliente, o planejamento ficava responsável pelo design da aplicação para ser aprovada. Somente após essa aprovação, começava a atividade de modelagem para, verdadeiramente, programar a aplicação. Antes de entrar na parte de testes, mais uma aprovação era necessária e, então - a Construção final lidava com os testes e seguia para a aprovação da implementação, isto é, a entrega.</description></item><item><title>Engenharia de Software I - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ies1-001/</link><pubDate>Mon, 19 Feb 2024 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ies1-001/</guid><description>O Que é software? [!quote] Pressman Software consiste em: (1) Instruções que, quando executadas, fornecem características, funções e desempenho desejados; (2) estruturas de dados que possibilitam aos programas manipular informações adequadamente; e (3) informação descritiva, tanto na forma impressa como na virtual, descrevendo a operação e o uso dos programas.
O Software, além do programa em si, é também a junção da documentação e a sua configuração final.
As Instruções, ou Algoritmo, fazem parte das questões lógicas relacionadas ao programa, sendo programas determinísticos ou heurísticos.</description></item><item><title>Cálculo - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mca002-01/</link><pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mca002-01/</guid><description>Geometria Básica Infinitos pontos paralelos ao chão formam uma reta. É preciso entender que sentido (a lousa está à frente da sala) é diferente de direção (paralela, perpendicular&amp;hellip;)
Pontos Entidade avulsa contendo (ou não) uma coordenada específica.
Reta Pontos infinitos unidos de um lado a outro
Semireta Possui um início estático (ponto) e segue infinitamente
Segmento de Reta Possui um início e fim, com infinitos pontos entre estes pontos (inicial e final)</description></item><item><title>Matemática Discreta - Aula 07</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-007/</link><pubDate>Tue, 31 Oct 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-007/</guid><description>Matrizes Matriz $A_{m \times n}$ onde:
$A$ = nome da matriz $m$ = número de linhas $n$ = número de colunas $m\times n$ = ordem da matriz Matrizes possuem elementos denotados por: $a_{ij} \qquad \text{ ou } \qquad a_{i,j}$ Onde i e j são, respectivamente, posição na linha e posição na coluna. $$ \begin{pmatrix} a_{1,1} &amp;amp; a_{1,2} &amp;amp; \cdots &amp;amp; a_{1,n} \ a_{2,1} &amp;amp; a_{2,2} &amp;amp; \cdots &amp;amp; a_{2,n} \ \vdots&amp;amp; \vdots &amp;amp; \ddots &amp;amp; \vdots \ a_{m,1} &amp;amp; a_{m,2} &amp;amp; \cdots &amp;amp; a_{m,n} \end{pmatrix}| $$</description></item><item><title>Classificação e Curva ABC</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/aag-005/</link><pubDate>Mon, 23 Oct 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/aag-005/</guid><description>Classificação ABC e Curva ABC Tabela de Pareto Eixo \ Classe A B C Ordenada (valor) 67%-75% 15-30% 5-10% Abscissa (item/quantidade) 10%-20% 20-35% 50-70% Podemos usar a tabela de Pareto para verificar a acuracidade do Estoque. Para isso, existem algumas regras:
1º Verificamos os produtos de classe A; 2º Verificamos os produtos de classe C; Por fim, inserimos os produtos da B. Definição Classe A → São itens de grande importância e que merecem uma atenção especial da Administração</description></item><item><title>Cálculo TPM</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/aag-004/</link><pubDate>Tue, 17 Oct 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/aag-004/</guid><description>Cálculo TPM Considere o seguinte problema
Uma empresa analisou os custos de manutenção com um valor total de $ 35.200,00 durante 18 meses correspondendo à política adotada para utilizar somente a manutenção corretiva.
Determine: a) Média Mensal conforme tabela abaixo:
nº de Quebras 1 2 3 4 5 6 nº de Meses ocorrência 3 4 2 1 5 3 b) Custo médio mensal
c) Com um programa de manutenção preventiva, haverá custo mensal de $ 920,00 com redução de 42% do custo médio mensal.</description></item><item><title>Just In Time e Kanban</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/aag-003/</link><pubDate>Mon, 16 Oct 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/aag-003/</guid><description>J.I.T Filosofia: Aversão à Perdas Para os japoneses, perda é inadmissível, enquanto o desperdício é tolerável. Grande quantidade de estoque na fábrica é uma perda, pois o &amp;ldquo;dinheiro está parado&amp;rdquo;. Outro exemplo seria o índice de refugo e retrabalho como perdas!
Técnicas implantadas Um exemplo dado em aula foi o da substituição do copo descartável por copos de vidro visando uma medida de proteção à natureza. No entanto, isso é uma desperdício de sabão, água e esponja para lavar, além do espaço para guardar tal copo.</description></item><item><title>Matemática Discreta - Aula 06</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-006/</link><pubDate>Tue, 19 Sep 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-006/</guid><description>Princípio da Indução Finita (PIF) Utilizado para provar propriedades de uma sequência ou série.
[!note] SEQUÊNCIA Elementos seguinda um padrão de construções.
[!note] SÉRIE Soma de uma sequência
Três condições PIF 1. Provo para a base, ou seja, quando $n=n_0$, onde $n_0$ é o primeiro elemento 2. Hipótese indutiva - Suponho que seja verdade para $n=k$ 3. Tese indutiva - Provo para $n=k+1$ onde, $n\gt n_0$ Exemplo 1 Prove para $n\ge1$ que $1+3+5+\dots+(2n-1)=n²$</description></item><item><title>Matemática Discreta - Aula 05</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-005/</link><pubDate>Tue, 05 Sep 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-005/</guid><description>Análise Combinatória Trata-se de formas de se analisar a quantidade possível de agrupamentos de elementos. ^3e01a1
Depende da natureza dos elementos, da forma que inserimos estes elementos.
Princípio Aditivo Dados os conjuntos $A_1, A_2, \dots, A_n$ dois a dois dijuntos (significa que não temos elementos em comum), em que $A_i$ possui exatamente $a_i$ elementos, então a quantidade de elementos da União $A_1 \cup A_2 \cup \dots \cup A_n$ é dado por: $$ q = a_1 + a_2 + \dots + a_n $$</description></item><item><title>Fordismo e Toyotismo</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/aag-002/</link><pubDate>Wed, 30 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/aag-002/</guid><description>Conteúdo de Hoje Henri Ford Nasceu no campo mas sempre detestou o trabalho do campo e, incentivado pelo seu pai, foi para a cidade em busca de estudo. Se formou em Engenharia Mecânica e aos 47 anos, após anos de trabalho e networking, juntou uns sócios e montou sua própria fábrica, afim de que toda pessoa pudesse ter acesso aos carros
Na época, somente quem tinha muito dinheiro que podiam comprar os carros.</description></item><item><title>Matemática Discreta - Aula 04</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-004/</link><pubDate>Wed, 30 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-004/</guid><description>Exercício em C Criar uma função que receba a operação, e duas proposições, verdadeiras ou não. A partir da operação escolhida execute o conectivo lógico conforme a tabela abaixo:
Código operação Retorno 1 $p \land q$ 2 $p \lor q$ 3 $p \underline\lor q$ 4 $p \to q$ 5 $p \rlap{, \gets}\to q$ Qualquer outro valor &amp;ldquo;Não temos esta operação&amp;rdquo; Código Base c c code snippet start
#include &amp;lt;stdio.h&amp;gt; #include &amp;lt;stdbool.</description></item><item><title>Aprendendo algoritmos em C</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ial002-aula03/</link><pubDate>Fri, 25 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ial002-aula03/</guid><description>Algoritmos em C C tem várias funções. Para que o C reconheça essas funções, precisamos iniciar os algoritmos com include &amp;lt;stdio.h&amp;gt;. Com isso, o programa em C irá receber as funções principais, como o &amp;ldquo;leia&amp;rdquo;, &amp;ldquo;escreva&amp;rdquo; do portugol.
Base de um programa C c c code snippet start
#include &amp;lt;stdio.h&amp;gt; int main() { //declaração de variáveis //códigos de interação } c code snippet end
Funções já aprendidas Escreva A Função escreva, que aprendemos na [[Aula 02 - IAL002]] recebe o seu nome em iglês da seguinte maneira: printf(&amp;quot;TEXTO&amp;quot;):</description></item><item><title>Matemática Discreta - Aula 03</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-003/</link><pubDate>Tue, 22 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-003/</guid><description>[!info] Disclaimer Eu não pude participar da aula presencialmente e pode ser que o conteúdo ministrado em aula esteja diferente (com mais ou menos conteúdo) do que as minhas anotações, tendo em vista que estas estão somente de acordo com os materiais disponibilizados
Lógica Clássica A lógica Clássica trabalha com sentenças ou conclusões que possuem uma forma de classificação bem específica, dentro de um sistema dicotômico.
Muitas demonstrações em matemática e em algoritmos utilizam de expressões lógicas como: $$ SE \ \ x \ \ ENTÃO \ \ y \ \ \text{&amp;ldquo;ou&amp;rdquo;} \ \ SE \ \ x_1 \ \ E \ \ x_2\ \ ENTÃO \ \ y_1 \ \ OU \ \ y_2 $$ Portanto, é necessário conhecer os casos nos quais essas expressões têm valor FALSO ou VERDADEIRO.</description></item><item><title>Matemática Discreta - Aula 02</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-002/</link><pubDate>Tue, 15 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-002/</guid><description>Conteúdo da Aula - Teoria de Conjuntos De forma usual, podemos dizer que um conjunto é como se fosse uma sacola que possui elementos dentro dela. De forma geral, um conjunto é denotado por letras maiúsculas como 𝐴, 𝐵, 𝐶, dentre outras, e os elementos são alocados entre chaves para a formação deste conjunto.
$A ={1,2,3,4,\dots} \quad B={1,2,3,\dots,10}$
Os conjuntos podem ser infinitos ou finitos. A representação deles muda conforme o exemplo acima, onde A é infinito e B, finito.</description></item><item><title>Introdução à Lógica de Programação</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/ial002-aulas1-e-2/</link><pubDate>Fri, 11 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ial002-aulas1-e-2/</guid><description>IAL002 Primeiro contato será o acordo do semestre, tendo em vista a ementa → quais serão os tópicos abordados até o último dia. Se não existem regras estabelecidas, nós como humanos teremos a tendência à vitimizar por n motivos, sejam eles quais forem. Numa empresa, por exemplo, se não tem regra estabelecida, às vezes, alguém que trabalhe menos que você mas esteja numa outra função, ganhe mais fazendo menos que você.</description></item><item><title>Introdução à Administração Geral</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/aag-001/</link><pubDate>Wed, 09 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/aag-001/</guid><description>Durante as aulas teóricas desta matéria, o uso de celulares e notebooks é terminantemente proibido podendo, em caso de desobediência resultar em advertências.
[!important] Sistema de Advertências Você pode tomar até duas &amp;ldquo;advertências&amp;rdquo; durante sua vida acadêmica na FATEC, e uma terceira e última te expulsando → sendo elas as seguintes:
Advertência Verbal do professor. Suspensão de três dias Expulsão da faculdade¹ ¹ Tal suspensão nega a oportunidade de você ingressar em qualquer outra faculdade pública do país.</description></item><item><title>Matemática Discreta - Aula 01</title><link>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-001/</link><pubDate>Tue, 08 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-001/</guid><description>Matemática Discreta Conteúdo Matemática Básica. Teoria de Conjuntos Lógica Proposicional Conectivos Lógica Binária Verdadeiro ou Falso Lógica Fuzzie #todo/pesquisar Análise Combinatória Princípio Indutivo, Multiplicativo, Permutações, Arranjos, Combinações&amp;hellip; Indução Finita Uma parte mais formal da matemática. A idéia é: Se eu consigo provar que algo é válido para um elemento, ou n elementos, Se é válido para o primeiro e válido para os N elementos, N+1 é verdadeiro tamebém. Somatória e Produtórios Relações Intimamente ligada às funções.</description></item><item><title/><link>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-07/</link><pubDate>Mon, 01 Jan 0001 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/ilp007-07/</guid><description>Aula de Interface Gráfica (Java Swing) Nos atributos da classe, estarão em formato protegido e serão todos os componentes da janela.
Exemplo:
java java code snippet start
import javax.swing.*; import java.awt.Dimension; public class TelaMovimento extends JFrame { protected Dimension dLabel, dFrame, dTextField, dButton, dTextArea; protected JLabel labelValue, labelAmount; protected JTextField textValue, textAmount; protected JButton buttonDeposit, buttonWithdrawl, buttonConsult, buttonExit; protected JTextArea textExtract; } java code snippet end
No construtor podemos</description></item><item><title/><link>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-008/</link><pubDate>Mon, 01 Jan 0001 00:00:00 +0000</pubDate><author>eu@gabrielcoelhosoares.com.br (Gabriel Coelho Soares)</author><guid>https://devcoelho.com.br/notes/mmd-008/</guid><description/></item></channel></rss>